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www.fontedeluz.com - O FUTURO, A QUEM PERTENCE? - <font color=Red>NOVO</font>
 
O FUTURO, A QUEM PERTENCE? - NOVO
O FUTURO, A QUEM PERTENCE?


Quinta-feira, 13/07/90, 13o andar de um luxuoso prédio no centro do Rio de Janeiro.

Ansiosa, entrego meu primeiro livro nas mãos de um editor. A sensação é muito estranha e, momentaneamente, as pessoas daquela sala me parecem inimigos potenciais. Me espreitavam com seus olhos experientes pela leitura de muitas e muitas laudas de sonhos, filosofias, religiões, estéticas, História e Ciências. Pensei: - alea jacta est, a sorte está lançada. Relutante, entreguei minha preciosa criação, fruto de tantas noites insones, naquelas mãos que agora me pareciam profana.

Sentada numa cadeira confortável mas impessoal, observava enquanto meu texto era manuseado. Conversávamos sobre amenidades. De repente, tomei coragem e apresentei a ideia de um novo livro; um tema instigante, sobre as múltiplas faces do Destino. Eles aprovaram a ideia e vi o editor interromper brevemente sua avaliação e olhar para o vazio, num diálogo interior. Logo em seguida, disparou:

- A grande mágica para lidar com o destino é, principalmente, ser generoso com a vida.

Bingo, caro amiga! É isso mesmo! E todo o cenário mudou, assumindo as cores verdadeiras daquela tarde ensolarada. Senti a impertinência do meu apego, numa fracção de tempo dediquei-me a um breve inventário de tantas outras situações aonde simplesmente conspirei, de maneira infantil, para que um grande princípio hermético fosse quebrado: A Lei do Ritmo. Pendurei-me à Roda da Fortuna tentando impedir seu percurso, sendo arrastada inexoravelmente na direcção do meu destino, a exemplo das criaturas bestiais, representadas no Tarô de Marseille.

Existe um jogo milenar proveniente da Índia, chamado MAHA LILA ou COBRAS E ESCADAS, ainda hoje utilizado na educação religiosa das crianças. Simbolicamente, ele representa a grande jornada do homem através da vida em direcção a eternidade. Ensina que o caminho mais curto para a iluminação é o da virtude e das boas acções praticadas e que a prática do mal pode torná-lo muito mais longo e doloroso. Num tabuleiro dividido em 72 casas correspondentes a oito planos de existência, a sorte é decidida pelos dados, cujos números apontam o caminho a ser percorrido pelo jogador – as “sortes” ao longo da estrada.

Segundo algumas antigas crenças, o Bem e o Mal (Punya e Pap) coexistem nos homens, mas apenas os actos virtuosos, representados no jogo pelas Escadas, encurtarão a jornada da alma através de suas encarnações. Por outro lado, a incorrecção dos actos, simbolizada pela cabeça da Cobra, conduz à reencarnação numa forma animal inferior.

Num dos níveis de percepção existentes no Maha Lila, deparei-me com o seguinte recado:
“Proveniente do apego, vou desejando acumular mais e mais, com medo de ficar vazio, de esvaziar-me. Entretanto, comecei o jogo vazio e dele assim vou sair. Tudo aqui no jogo é material da escola, pertence à escola. EU SOU o aluno e, para atingir meus objectivos, tenho de aprender a desapegar-me do material da escola – é só para usar. DESAPEGAR É ACEITAR TUDO O QUE A VIDA ME DÁ, ASSIM COMO DAR TUDO O QUE ELA ME PEDE”.
Esse singelo conselho dos vedas, cuja origem remonta a milhares de anos, tem sido muito pouco seguido e compreendido pelos homens. O conhecimento do porvir, a necessidade de entender e sujeitar o Destino são um anseio quase tão antigo quanto o aparecimento da raça humana e muitas vezes, ávidos desse controle cometemos equívocos que nos desviam do Caminho traçado pelo Todo para nossas vidas. Porque? Conto com vocês para essa reflexão.

Fonte: Glória Britho
Brasil


Atividades principais: Taróloga, Astróloga, Terapeuta, Jornalista e Escritora.

Se desejarem consultar Glória Britho poderão fazê-lo através dos telefones: 21 2556-4626 - 21 9748-0097.
Rio de Janeiro
Flamengo
Brasil





 


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