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www.fontedeluz.com - ÁGUA
 
ÁGUA
 

ÁGUA

Uma fonte de saúde durante todo o ano e muito importante no Verão

 

A água é um dos principais elementos da natureza humana e da natureza da própria Terra. Assim, não é preciso dizer mais para que se compreenda o quanto ela é fundamental à nossa saúde e à nossa vida. Os seus efeitos terapêuticos são conhecidos desde os tempos mais remotos. Segundo o Ayurveda, a medicina tradicional da Índia e a mais antiga de que se tem notícia, a água, como um dos cinco elementos da natureza, possui um tipo de energia vital chamado prana (que também se encontra na terra, no ar, e no fogo).

Entre as propriedades do prana está a capacidade de “carregar” o organismo, tornando-o mais saudável e activo.

No Ocidente, na Roma Antiga, os balneários ou termas (como eram conhecidos) ganharam um lugar de destaque na vida e na saúde dos cidadãos. Passaram para a história, não só como ponto de encontro obrigatório, uma espécie de "bastidor político", mas também como grandes monumentos arquitectónicos graças à sua beleza e às suas dimensões. O mais famoso foi construído nos arredores de Roma, por Caracala, que governou o império romano entre os anos de 188 e 217.

São as Termas de Caracala, cujas ruínas deixam antever o quanto esse balneário foi importante há quase dois mil anos atrás.

 

 

Somos basicamente água

Sessenta e cinco a setenta por cento do organismo humano é água e a sua reposição é vital para ele. Portanto, quanto mais pura e mais vitalizada for a água que ingerimos, tanto melhor será a qualidade da vida biológica como um todo.

Mas a água não serve só para se beber; ela pode ser usada de diversas formas em tratamentos segundo uma técnica natural denominada Hidroterapia, agindo no combate às mais variadas doenças, a dores, distúrbios gerais da saúde, traumatismos e mesmo no foro emocional.

Segundo o tipo do tratamento, os objectivos terapêuticos, a forma e o local da aplicação, a hidroterapia está dividida em duas aplicações básicas:

Hidroterapia para uso interno (ingestão de água comum; ingestão de águas minerais; clisteres).

Hidroterapia para uso externo (banhos, compressas, fricções e tratamento com gelo, ou crioterapia).

 

Limpeza do organismo

Além de eliminar as impurezas do corpo, a água que bebemos tonifica e revitaliza.

 

Uso interno

Neste tipo de aplicação a água pode ser ingerida ou utilizada sob a forma de clisteres ou ainda em lavagens intestinais. No primeiro caso, o mais comum e mais simples, a água deve ser sempre o mais pura possível, preferencialmente água das fontes naturais, das nascentes limpas, da chuva, ou em último caso, a água destilada. Não se deve usar a água comum das torneiras como recurso hidroterápico de uso interno devido ao seu alto teor de produtos químicos, resíduos e agentes "purificadores". A água da torneira pode (ou deveria) ser aplicada apenas externamente.

Seguindo-se a técnica da hidroterapia, a água pura ingerida tonifica e limpa o organismo, graças às suas propriedades depurativas e diuréticas: ela provoca no organismo uma espécie de drenagem das impurezas, das substâncias tóxicas, dos medicamentos e resíduos alimentares. Deste modo, ela estimula os rins a eliminarem uma maior quantidade do material agressivo ao metabolismo e dos compostos que perturbam a nossa boa condição biológica.

Além da água pura, as águas minerais das fontes, ou águas medicinais, também exercem efeitos vitalizantes e curativos. Se considerarmos o princípio de que a água transfere a sua própria energia ao organismo que a recebe, ela contribui dum modo efectivo na recuperação das partes doentes do organismo, que estão carentes de vitalidade. Além disso, a água pura e natural, quando convenientemente ingerida, é capaz de curar, porque, como já foi referido, leva consigo não só os detritos, mas absorve a energia perniciosa das áreas doentes.

Não é por acaso que se diz que a água é o agente universal da limpeza e da higiene. E se ela tem essas propriedades no meio externo, conserva-as quando em contacto com as partes internas do organismo.

 

Águas minero-medicinais

As águas das fontes minerais são conhecidas pelo homem desde os tempos mais remotos e encontram-se localizadas em regiões privilegiadas de várias partes do mundo. O uso das águas medicinais já ganhou nome próprio entre as ciências médicas, crenoterapia, sendo ensinado e aplicado em vários países.

A água mineral das fontes medicinais possui efeitos terapêuticos devido a determinadas condições: além de concentrarem grande quantidade de energia vital, devido ao oxigénio livre, elas contêm radioactividade natural em quantidades mínimas  (o que produz efeitos salutares) e compostos que variam segundo o tipo da água, como sulfatos, nitratos, cloretos, bicarbonatos, silicatos, etc.. Combinados com diversos elementos, tais como sódio, potássio, alumínio, magnésio, ferro, cobre, manganês e outros. Tais componentes, combinados com o teor ácido ou alcalino da água, transformam-na num poderoso agente capaz de combater as doenças e os estados de debilidade, produzindo curas importantes e tendo um efeito preventivo nas doenças.

Muitas regiões do mundo ficaram famosas pelas suas águas curativas, sendo conhecidas grande parte das suas propriedades medicinais. Sabe-se também que a capacidade curativa das águas minerais varia conforme a região em que as suas fontes se encontram localizadas.

O efeito das águas medicinais só é alcançado quando  são utilizadas no momento exacto em que são recolhidas das fontes; se forem engarrafadas ou acondicionadas em recipientes perdem grande parte  da sua capacidade curativa. Por esta razão, para que se obtenha um bom resultado com o uso deste tipo de hidroterapia oral, é necessário disponibilizar   um certo tempo e permanecer numa estância hidromineral onde é possível igualmente o tratamento externo com banhos de imersão nessas águas. As estâncias proporcionam uma orientação médica para o uso correcto das águas e dos banhos

 

O uso interno da água

Em geral, a água pura é bebida em jejum e entre as refeições, em quantidades abundantes, que podem chegar a vários litros por dia. A água mineral da fonte exige um certo critério para ser usada, mas geralmente obedece à regra de se ingerir cerca de 200 ml, duas vezes ao dia, antes das refeições ou então em jejum. As águas minerais de fontes medicinais exigem tratamento prolongado (por vezes superior a duas semanas) na própria estância. Muitos estudiosos da crenoterapia afirmam que as águas minerais medicinais possuem ainda um efeito homeopático, pois o seu atrito com as camadas geológicas subterrâneas e a agitação provocada pelo fluxo produzem um efeito de dinamização homeopática. Quanto à água pura, das fontes comuns não minerais, das cascatas, rios e minas, revela-se um excelente recurso hidroterapêutico graças à presença da energia vital (prana); esse tipo de águas pode ser ingerido em quantidades abundantes ao longo do dia, obedecendo-se sempre a um critério de bom senso.

No entanto, como todo tipo de tratamento, o hidroterápico oral também exige muito cuidado e uma orientação profissional  na maioria dos casos, nomeadamente  nos casos de hipertensão, edemas, inchaços, doenças renais com retenção de líquidos e desidratação. Disto depende uma reposição hídrica correcta através de composições de água e sais em proporções adequadas.

Os clisteres também se incluem entre as técnicas do uso interno da água. São aplicações dos líquidos na porção final dos intestinos, no recto, com a finalidade de se retirar o material retido nos intestinos e assim se proceder a uma limpeza desse órgão. Essa técnica é popularmente conhecida como lavagem intestinal. Na hidroterapia são feitos clisteres com líquidos compostos por altas concentrações de sais minerais para que se promova  uma descarga intestinal eficaz, em que se eliminam as impurezas antigas e os resíduos tóxicos acumulados no recto. Além disso, sendo energética, a água mineral revitaliza a região rectal dos intestinos. A aplicação de clisteres é utilizada nas estâncias hidrominerais no mundo inteiro. A sua aplicação exige, obviamente uma certa perícia e uma orientação profissional idónea.

 

 


 


Previsões Astrológicas 2010 - www.fontedeluz.com

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