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Águas minero
Águas minero-medicinais As águas das
fontes minerais são conhecidas pelo homem desde os tempos mais remotos e
encontram-se localizadas em regiões privilegiadas de várias partes do mundo. O
uso das águas medicinais já ganhou nome próprio entre as ciências médicas,
crenoterapia, sendo ensinado e aplicado em vários países.
A água mineral
das fontes medicinais possui efeitos terapêuticos devido a determinadas
condições: além de concentrarem grande quantidade de energia vital, devido ao
oxigénio livre, elas contêm radioactividade natural em quantidades mínimas
(o que produz efeitos salutares) e compostos que variam segundo o tipo da
água, como sulfatos, nitratos, cloretos, bicarbonatos, silicatos, etc..
Combinados com diversos elementos, tais como sódio, potássio, alumínio,
magnésio, ferro, cobre, manganês e outros. Tais componentes, combinados com o
teor ácido ou alcalino da água, transformam-na num poderoso agente capaz de
combater as doenças e os estados de debilidade, produzindo curas importantes e
tendo um efeito preventivo nas doenças.
Muitas regiões do
mundo ficaram famosas pelas suas águas curativas, sendo conhecidas grande parte
das suas propriedades medicinais. Sabe-se também que a capacidade curativa das
águas minerais varia conforme a região em que as suas fontes se encontram
localizadas.
O efeito das
águas medicinais só é alcançado quando são utilizadas no momento exacto em
que são recolhidas das fontes; se forem engarrafadas ou acondicionadas em
recipientes perdem grande parte da sua capacidade curativa. Por esta
razão, para que se obtenha um bom resultado com o uso deste tipo de hidroterapia
oral, é necessário disponibilizar um certo tempo e permanecer numa
estância hidromineral onde é possível igualmente o tratamento externo com banhos
de imersão nessas águas. As estâncias proporcionam uma orientação médica para o
uso correcto das águas e dos banhos
O uso interno
da água
Em geral, a
água pura é bebida em jejum e entre as refeições, em quantidades abundantes,
que podem chegar a vários litros por dia. A água mineral da fonte exige um
certo critério para ser usada, mas geralmente obedece à regra de se ingerir
cerca de 200 ml, duas vezes ao dia, antes das refeições ou então em jejum. As
águas minerais de fontes medicinais exigem tratamento prolongado (por vezes
superior a duas semanas) na própria estância. Muitos estudiosos da
crenoterapia afirmam que as águas minerais medicinais possuem ainda um efeito
homeopático, pois o seu atrito com as camadas geológicas subterrâneas e a
agitação provocada pelo fluxo produzem um efeito de dinamização homeopática.
Quanto à água pura, das fontes comuns não minerais, das cascatas, rios e
minas, revela-se um excelente recurso hidroterapêutico graças à presença da
energia vital (prana); esse tipo de águas pode ser ingerido em
quantidades abundantes ao longo do dia, obedecendo-se sempre a um critério de
bom senso.
No entanto,
como todo tipo de tratamento, o hidroterápico oral também exige muito cuidado
e uma orientação profissional na maioria dos casos, nomeadamente
nos casos de hipertensão, edemas, inchaços, doenças renais com retenção de
líquidos e desidratação. Disto depende uma reposição hídrica correcta através
de composições de água e sais em proporções adequadas.
Os clisteres
também se incluem entre as técnicas do uso interno da água. São aplicações dos
líquidos na porção final dos intestinos, no recto, com a finalidade de se
retirar o material retido nos intestinos e assim se proceder a uma limpeza
desse órgão. Essa técnica é popularmente conhecida como lavagem intestinal. Na
hidroterapia são feitos clisteres com líquidos compostos por altas
concentrações de sais minerais para que se promova uma descarga
intestinal eficaz, em que se eliminam as impurezas antigas e os resíduos
tóxicos acumulados no recto. Além disso, sendo energética, a água mineral
revitaliza a região rectal dos intestinos. A aplicação de clisteres é
utilizada nas estâncias hidrominerais no mundo inteiro. A sua aplicação exige,
obviamente uma certa perícia e uma orientação profissional idónea.
Fim da parte 2
continua/...
Nota; Para ler a primeira
parte consulte o nosso "Arquivo" ou entre pelo link em baixo.
Fonte de Saúde - 1ª Parte
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