Contradições para ultrapassar e vencer o dia-a-dia
Sempre que acordamos espera-nos diariamente a
eterna luta pela sobrevivência. É uma batalha que tem de ser travada entre o corpo
e a nossa mente. O nosso lado bom e o mau. O nosso amor e a indiferença, a fé e
a dúvida, o querer e o rejeitar. Parece muito, mas não é..
Temos ainda as relações familiares, as amizades, a inveja, o ciúme, o despeito,
as necessidades materiais e as de ordem espiritual. Parece muito, mas não é.. Nas questões de ordem profissional temos de estar atentos
e lutar com energia para manter o nosso posto de trabalho, evitar a inveja dos
colegas e satisfazer os interesses de quem nos paga o salário. Parece muito, mas
não é.. Nas relações de amizades, temos de ser capazes
de separar o trigo do joio, a verdade da mentira e a intriga da fraternidade. Parece
muito mas não é… No entanto, tudo isto não passa de uma gota de água neste
oceano que é a nossa vida, onde os mais fortes, que nem sempre significa os
melhores têm de lutar para viver, conviver, e porque não, sobreviver…
- Que fazer?
- Desistir?
- Nem pensar!
- Lutar?
É o caminho. Mas com serenidade, com muito amor, com respeito por nós e por quem connosco convive e se relaciona. Com muita fé em nós e no nosso Criador. Nenhum de nós quando nasce, está destinado a sofrer, a pecar ou a ser santo, a passar fome ou a empanturrar-se em comida. Sendo assim, qual a causa de tantos desvios?
- O desenvolvimento do espírito utilizando a matéria que é o nosso corpo material?
- Será que somos nós a “construir estes processos?
- Ou é um outro nosso passado que nos faz sentir a necessidade de no dia a dia evoluirmos com o objectivo final de encontrarmos a nossa meta, a nossa Paz e de não fingirmos que "vivemos" para VIVERMOS realmente.
- Sem dúvida!!! - Tudo está certo, tudo está errado. Só nos falta o tão difícil mais simples; conhecermo-nos, e dentro desse conhecimento desenvolvermos o nosso eu na tentativa de nos aproximar-mos do que é a nossa essência e a nossa realidade
Diz-se que possuímos o poder do livre arbítrio, e é uma verdade. Mas só podemos (quando podemos) fazer uso dele após possuirmos a experiência e capacidade de proceder à análise e à decisão.
- Entretanto, como viver?
- Ao sabor da "corrente"?
Estamos inseridos numa sociedade que deveria ser comum a todos, crescendo e ensinando a crescer, isenta de segundas intenções, plena de amor e construindo o equilíbrio tão necessário e fundamental à nossa evolução. Que tomemos cada um nas nossas mãos a construção de uma sociedade mais preocupada com o seu todo Universal.
Depois desta viagem por um turbilhão de aparente contradições faça o seguinte: - Tente interpretar o significado e o objectivo de;
- Vida..
- Fé..
- Amor..
- Coragem..
- Abnegação
- Ajuda e entreajuda..
- Nascimento e Morte..
Uma vez este longo corredor percorrido encontrará uma pequena LUZ que o acabará por conduzir inevitavelmente ao objectivo final.
Medite, fale com o seu Deus, auto analise-se, veja com olhos de ver o que se passa à sua volta e vai verificar que de uma forma simples e natural vai sendo "empurrado" para o que de si o Universo espera.
PENSE NISTO!!!